quinta-feira, 15 de março de 2018

ONG apresenta projeto de reflorestamento do Horto e pede apoio na Câmara Municipal de Juazeiro

A coordenadora do Instituto Ecocidadania, Ana Cristina Diogo usou a Tribuna da Câmara de Juazeiro para apresentar o Projeto "Bombas do Bem", que utiliza a permacultura em processos de reflorestamento.
O Projeto, que já ficou conhecido nacionalmente, foi implantado há um ano, na Chapada do Araripe, na cidade do Crato. A intenção, agora, é reflorestar a serra do Horto, em Juazeiro. E, para tanto, Ana Cristina foi à Câmara pedir o apoio aos vereadores para levar o projeto ao Poder público, afim de conseguir implantá-lo no município.
O Presidente Glêdson Bezerra (PMN) concorda que o Poder Público deve se engajar em ações como esta, que dizem respeito a uma causa de todos, que é o meio ambiente. Ele sugere que uma Comissão se engaje para fazer a ponte entre a ONG e os Poderes.
A Câmara de vereadores se dispôs a ser parceira na rede de colaboração. O Projeto custa cerca de R$ 82 mil.
A vereadora Rita Monteiro pediu encaminhamento de ofício aos órgãos municipais para que a coordenadora do Instituto possa ser recebida para apresentar o Projeto nas secretarias.
Glêdson cobra atendimento a programa de benefícios eventuais
O Presidente Glêdson Bezerra (PMN) pediu informações sobre o programa de distribuição de enxovais para as gestantes carentes do município.
Glêdson diz ter sido procurado por pessoas que pediram ajuda para uma mãe sem condições financeiras, e ele lembra que existe um programa destinado a esta finalidade de benefícios eventuais.
O vereador diz ter se procurado a secretaria de Assistência Social, onde foi informado que o projeto está em processo de licitação.
Gledson alerta que a administração precisa ter atenção para com esse programa que deve ter continuidade. Ele pediu em ofício, uma prestação de contas detalhada de tudo que foi distribuído ao longo do ano de 2017 e que se dê celeridade ao processo deste ano. “As pessoas que passam por essas necessidades realmente precisam desse benefício”, diz Glêdson.

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