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Governo de Michel Temer segue rejeitado por 73%, aponta DataPoder360

Há uma certa monotonia nas pesquisas que investigam a popularidade do governo do presidente Michel Temer. O emedebista não sai do lugar. No levantamento de abril do DataPoder360 ficou tudo praticamente idêntico ao que se registrou em dezembro de 2017.
Para 73% dos brasileiros, o governo Temer é ruim ou péssimo –taxa igual à do final do ano passado. Há também 17% que consideram a administração federal regular e outros 8% que enxergam as coisas boas ou ótimas.
Só 2% não sabem opinar sobre Michel Temer. A pesquisa foi realizada de 16 a 19 de abril de 2018, com 2.000 entrevistados em 278 cidades em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. O estudo está registrado no TSE sob o número BR-06596/2018.  Eis os dados:
Na 6ª feira à noite, Michel Temer foi à TV queixar-se de que não reconhecem o que ele faz e só reclamam de seu trabalho.
É fácil bater no Michel Temer! É fácil bater no governo, é fácil só criticar. Quero ver fazer. Quero ver conquistar! Quero ver construir e realizar o que nós conseguimos avançar em tão pouco tempo”, disse o presidente.

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No seu pronunciamento oficial, Temer comparou-se de maneira indireta a Tiradentes, que “foi acusado e condenado por lutar e defender um Brasil livre, forte e independente”.
Para ler sobre o trecho deste estudo do DataPoder360 que tratou de intenção de voto para presidente, clique aqui.

CONHEÇA O DATAPODER360

A operação jornalística que comanda o Drive e o portal de notícias Poder360 lançou em abril de 2017 sua divisão própria de pesquisas: o DataPoder360.
As sondagens nacionais são periódicas. O objetivo é estudar temas de interesse político, econômico e social. Tudo com a precisão, seriedade e credibilidade do Poder360.
Leia a íntegra das pesquisas anteriores do DataPoder360 sobre intenção de voto em 2017: abrilmaiojunhojulhoagostosetembrooutubronovembro dezembro.

SAIBA QUAL É A METODOLOGIA

DataPoder360 faz suas pesquisas por meio telefônico a partir de uma base de dados com dezenas de milhões de números fixos e celulares em todas as regiões do país.
A seleção dos números discados é feita de maneira aleatória e automática pelo discador.
O estudo é aplicado por meio de 1 sistema IVR (Interactive Voice Response) no qual os participantes recebem uma ligação com uma gravação e respondem a perguntas por meio do teclado do telefone fixo ou celular.
Só ligações nas quais o entrevistado completa todas as respostas são consideradas. Entrevistas interrompidas ou incompletas são descartadas para não produzirem distorções na base de dados.
Os levantamentos telefônicos permitem alcançar segmentos da população que dificilmente respondem a pesquisas presenciais. É muito mais fácil atingir pessoas em áreas consideradas de risco ou inseguras –como comunidades carentes em grandes cidades– por meio de uma ligação telefônica do que indo até as residências ou tentando abordar esses cidadãos em pontos de fluxo fora dos seus bairros.
“É importante levar em conta que cada empresa usa uma metodologia diferente em suas pesquisas. O que é relevante é adotar 1 método consistente, que leve em conta a demografia do eleitorado brasileiro e que faça as ponderações corretas. É isso o que fazemos no DataPoder360. Estudos de intenção e voto com entrevistas presenciais têm suas características próprias, assim como as pesquisas telefônicas. Por exemplo, algumas pessoas podem se sentir mais à vontade para declarar seu voto olhando nos olhos do entrevistador. Outros se sentirão mais confortáveis fazendo isso ao telefone. Nenhum método é mais certo ou errado do que o outro. O importante é a consistência da metodologia e a possibilidade de repetir os estudos com frequência, pois a curva dos percentuais de cada candidato é que revela uma possível tendência, e não apenas 1 levantamento isolado e feito a cada 3 ou 4 meses”, explica o cientista político Rodolfo Costa Pinto, responsável pelas pesquisas do DataPoder360.
O resultado final das pesquisas DataPoder360 é ponderado pelas variáveis de sexo, idade, grau de instrução e região de origem do entrevistado ou entrevistada. A ponderação é 1 procedimento estatístico que visa compensar eventuais desproporcionalidades entre a amostra e a população pesquisada. O objetivo é que a amostra reflita da maneira mais fiel possível o universo que se pretende retratar no estudo.
DataPoder360 trabalha com uma margem de erro preferencialmente inferior a 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Esse percentual pode variar em cada levantamento e os leitores são sempre informados detalhadamente sobre qual foi a metodologia utilizada.
Neste ano de 2018, as pesquisas que tratam de intenção de voto seguem estritamente todas as determinações legais e as resoluções da Justiça Eleitoral.
Esta rodada do DataPoder360 foi realizada de 16 a 19 de abril de 2018. Foram entrevistadas 2.000 pessoas com 16 anos ou mais em 278 cidades em todas as regiões do país. A margem de erro deste estudo é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O registro desta pesquisa no TSE é BR-06596/2018.
- no Poder 360
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