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sábado, 25 de agosto de 2018

On 04:42:00 by leiasempre   No comments

- Por Tarso Araújo

Este artigo não trata de uma defesa do senador Eunício Oliveira (MDB) mas de um registro para a história em um momento em que o Brasil vive uma situação de exceção.  

Venho observando que o Senador Eunício Oliveira (MDB) vem sendo xingado em todo os lugares por petistas e por gente aliada a Ciro Gomes e ao PDT cearense. Aliado do governador Camilo Santana (PT) aqui no Ceará, tenho ouvido de muitos petistas e pedetistas  que não votarão no Eunício apontando o dedo ao emedebista e chamando o senador de golpista, que apoiou a reforma trabalhista, etc e tal.

Tudo bem e claro, realmente Eunício votou na reforma trabalhista e favor do impeachment de Dilma. Os pedetistas replicam as afirmações de Ciro Gomes que o MDB tem que ser “destruído” e que não vota em Eunício por uma questão de coerência.

Nada mais irreal. Ciro e seu PDT se aliam  com MDB em vários estados brasileiros, incluindo Alagoas de Renan Calheiros.

O PT faz a mesma coisa.

Voltando ao Eunício. Ao assumir o cargo de presidente do Senado disparado foi o senador cearense que mais trabalhou pelo estado. Levantou verbas e conseguiu liberar verbas para obras em quase todas as cidades cearenses.
Não é à toa que tem apoio de mais de 80 prefeitos.

Muitos dizem que era obrigação de Eunício.  Então, pergunto: o que fizeram José Pimentel (PT) e Tasso Jereissati(PSDB)? Absolutamente nem chegaram perto de Eunício no quesito ação.

Pimentel foi ainda um pouquinho pior pois nos anos de mandato sequer conversou com o governador Camilo. Quando Pimentel perguntou ao Camilo  se o governador precisava de alguma coisa, ou se o Ceará precisava de alguma ajuda de seu mandato?

Pois bem, voltando a Eunício ele sozinho fez mais pelo Lula do que muitos petistas que estão pegando carona na imagem do ex-presidente para ganhar um novo mandato.

Ao ser questionado pelo Partido dos Trabalhadores o presidente do Senado, falando em nome do Poder Legislativo, em uma nota publicada e divulgada em vários veículos de comunicação na noite da última quinta-feira, 23 de agosto de 2018,  afirmou que “o Brasil é signatário do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos e de seus Protocolos Facultativos", que o tratado tramitou nas duas Casas do Congresso e "foi promulgado" e, por isso, está "em pleno vigor".

Depois do comunicado do Comitê de Direitos Humanos da ONU sobre a situação de Lula, após a colocação de dezenas de juristas sobre o fato de que os direitos políticos do ex-presidente Lula estão sendo descumpridos e tolhidos, esta nota do Senado Federal assinada por Eunício é um dos posicionamentos mais importantes sobre a questão.

Na nota o presidente do Senado informa que “O tratado internacional tramitou na Câmara e no Senado entre janeiro de 2006 e junho de 2009, sendo aprovado em ambas as Casas, e foi promulgado pelo Decreto Legislativo nº 311, de 2009, conforme publicado no Diário Oficial da União de 17 de junho de 2009, encontrando-se em pleno vigor”, não deixando dúvidas de que a orientação de ONU tem força e deve ser cumprida.

Em resumo, o presidente do Senado avisou que a ONU tem razão, os direitos do ex-presidente Lula tem que ser respeitados.

Não vi até agora nenhuma manifestação de petistas sobre essa nota oficial. Tampouco de Ciro Gomes e do PDT.

Enquanto Eunício se posiciona de forma republicana, sendo honesto com as informações pedidas pelo próprio PT ao Senado Federal, o  candidato Ciro Gomes  ataca o PT e Lula, basta ver as últimas declarações de Ciro. 

É sempre bom olhar os vários lados de uma situação. Você pode estar vendo uma cosia e ser outra.

Leia a nota do presidente do Senado:
NOTA PÚBLICA

Em atenção à solicitação da Presidente do Partido dos Trabalhadores, o Presidente do Senado Federal informa que o Brasil é signatário do "Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos" e de seus Protocolos Facultativos, assinados na ONU em 16 de dezembro de 1966.
O tratado internacional tramitou na Câmara e no Senado entre janeiro de 2006 e junho de 2009, sendo aprovado em ambas as Casas, e foi promulgado pelo Decreto Legislativo nº 311, de 2009, conforme publicado no Diário Oficial da União de 17 de junho de 2009, encontrando-se em pleno vigor.
Senador Eunício Oliveira
Presidente do Senado Federal

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