FILHO DE TEORI QUESTIONA NECESSIDADE DE ORDEM JUDICIAL PARA INVESTIGAR TELEFONES DE MORO E DALLAGNOL

Filho de Teori Zavascki, Francisco Prehn Zavascki questionou ontem a narrativa de que os celulares do ministro Sérgio Moro e do procurador Deltan Dallagnol só poderiam ser investigados mediante ordem judicial.
Para Francisco, os diálogos contidos em celulares corporativos seguem a mesma lógica de e-mails corporativos. Ele cita uma decisão do TRF4 que determinou que e-mails corporativos pertencem às empresas, não aos funcionários. Segundo o argumento, os telefones de Moro e Dallagnol poderiam ser vasculhados pelo Poder Judiciário e pelo MPF sem ordem judicial.
“Não seria o caso de a íntegra das caixas de e-mails corporativos (e, pela lógica, das mensagens constantes dos celulares corporativos) das autoridades colocadas sob suspeição (sejam do Poder Judiciário, sejam do MPF) serem remetidas independentemente de ordem judicial aos órgãos de fiscalização competentes para que, vasculhando-as, possam achar eventuais irregularidades?”, disse em uma publicação no Facebook.
Na Revista Época
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