A era Bolsonaro e o desmonte no ICMBio no Cariri


(Wikipedia)

A matéria está publicada no jornal O Povo de hoje.
O desmonte do ICMBio do Cariri é tão claro que em 2019 não Ao houve seque ruma ocorrência na Região.
Lembrando que o Cariri é uma região visada para todo tipo de ilegalidade com o meio ambiente.
Para se ter uma ideia em 2017 o ICMBio flagrou 3 episódios de desmatamento e 15 obras ilegais.
Em 2018 mais uma leva de obras foi barrada.
Mas, em 2019 o desmonte chegou ao ponto de não termos nada.
Segundo o professor Álamo Saraiva, coordenador do Laboratório de Paleontologia da URCA  a situação é grave.
Para ele, “O Cariri simplesmente está abandonado. Fecharam postos de fiscalização e estamos entregues ao Deus-dará”.

Professor Álamo diz ainda: “Vai levar centenas de milhões de anos para a natureza se recuperar dessa destruição. Em alguns casos, espécies nativas podem ser perdidas para sempre. É uma tragédia”.
O alerta do professor álamo não é por pouca coisa. O desmatamento no Cariri, o desvio das águas, e lembrando, somos lar de uma série de espécies endêmicas.
Ainda segundo o professor Álamo não há ninguém em campo fazendo fiscalização.
O que acontece na Região do Cariri, vem acontecendo ainda em outras regiões no Ceará como Sobral, por exemplo, com a serra da Meruoca. Em 2019 nenhuma fiscalização vem sendo feita.
É a lei da selva e o desmatamento sendo estimulado por falta de políticas públicas do Governo Bolsonaro, por falta de vontade de estruturar os órgãos de fiscalização para fazer a devida fiscalização e autuações.
Governo Bolsonaro realmente contribui para o desmatamento, não à toa, o ministro Ricardo Salles foi à Alemanha e não conseguiu recuperar recursos da Alemanha para preservar a Amazônia.

# por Tarso Araújo, editor do Leia Sempre

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