Fiquem em casa antes que seja tarde demais

(imagem: Ac24horas)

O jornal Diário do Nordeste publica editorial em que defende a tese do "fiquem em casa" como a melhor forma de combater o coronavírus. O editorial defende o isolamento social e descreve um pouco o cenário mundial com um vírus que vem derrubando economias e matando pessoas. Hora de união, com toda certeza.
Mas, vai aqui nossa opinião. O que o Brasil e seu povo estão esperando para tomar as medidas urgentes e necessárias para impedir a proliferação desse vírus? Não se pode mais brincar com isso, basta olhar países como a Itália. Nas últimas 24 horas  foram 800 mortes.
800 pessoas morreram em 1 dia e isso parece não espantar certos setores da sociedade brasileira.
O presidente brinca com a saúde do povo de forma letal. Quer aglomerações, manifestações em defesa de golpe de estado e templos lotados. Quer as pessoas mortas ou contagiadas. Mortas, de qualquer forma e o contágio é o primeiro passo para isso.
Ou o Brasil de forma geral acorda ou iremos cotnar cadáveres. Isso não é mais alarmismo. Centistas, médicos, especialistas, estudiosos, todos estão sendo bem claros com  oBrasil. Muitos já esperam milhares e milahres de mortes.
Não está na hora de fazer política. Ou o País se mobiliza ou termos enterros de amigos, colegas de trabalho, familiares, gente do nsso coração snedo  feito por pessoas desconhecidas e sequer podemos enterrar nossos entes queridos.
Vamos voltar para a barbárie devido a teoria terraplanistas, neoliberais, negacionistas, ignorantes e fundamentalistas?  
Sinceramente, esperamos que não.
Se mobiliza, Brasil!!!
(da Redação do Leia Sempre)
Leiam o editorial do DN:
Duas imagens antagônicas repercutiram, na quinta-feira, em todos os meios e plataformas de comunicação. A primeira, da praia em Fortaleza, cheia de banhistas, como se fosse um típico feriado de Sol. O elemento estranho da imagem é a dupla de profissionais do Corpo de Bombeiros, com máscaras protetoras, alertando a população dos riscos de se expor, desnecessariamente, numa pandemia. A outra imagem - na verdade, uma série - funciona como resposta à primeira. São equipes médicas segurando cartazes com um apelo: "Nós estamos aqui por você. Por favor, fiquem em casa por nós".
O que dizem os cartazes faz eco ao decreto publicado pelo Governo do Estado, determinando o fechamento ao público de bares, lanchonetes, restaurantes, barracas de praia, shopping centers, salas de espetáculos, cinemas, templos religiosos e qualquer outro estabelecimento comercial não essencial. A medida cobre todo o Ceará, por 10 dias. Até segunda ordem, só no dia 29 estes locais voltam a operar de forma regular.
O decreto também instituiu o bloqueio sanitário das divisas do Ceará com os estados vizinhos e a redução de transporte intermunicipal. São medidas extremas, decerto, mas respondem à altura a um problema grave, que se manifesta em escala global e, por ora, ainda está longe de ter um fim.
Há avanços contundentes nos países asiáticos no enfrentamento à pandemia. Estes territórios foram os primeiros a enfrentar a ameaça do Covid-19, sendo a China aquele que registrou o maior número de casos e que figura como o segundo em mortes causadas pela doença. A contenção do contágio, em todos estes lugares, passou por medidas firmes de restrição à circulação da população, pelo fechamento de fronteiras e pela adoção de medidas sanitárias por parte de seus cidadãos.
Nada pode estar mais distante da leveza de um feriado do que a crise que o mundo enfrenta. Quem se expõe não se arrisca sozinho, pois pode servir de vetor para a transmissão do vírus, potencialmente letal, em especial para grupos de risco como idosos e pacientes de comorbidades. A preocupação das autoridades de todo o mundo não é tão somente com os riscos associados à Covid-19, mas também à sobrecarga dos serviços de saúde. Quanto menor for o número de casos da nova doença, mais chances se terá de que os enfermos deste e de outros males sejam tratados de forma adequada, aumentando as suas perspectivas de recuperação.
O apelo feito pelas equipes médicas representa, também, o anseio de outras categorias. Seguirão em funcionamento regular apenas os estabelecimentos fundamentais para o abastecimento da população ou atendimento de serviços essenciais, como suprimento de gás, combustíveis e energia. É preciso ter responsabilidade para com os profissionais que desempenharão suas funções em tempos de crise, honrando assim seu esforço pelo bem comum.
Fiquem em casa. Esse é o apelo que se faz a todos aqueles que podem praticar o isolamento social, sendo capazes de suspender suas atividades ou executá-las, remotamente, de suas residências. A medida é enérgica, mas simples, ao alcance de muitos. É também eficiente e necessária para conter o avanço de uma doença que ameaça a todos.
Fiquem em casa antes que seja tarde demais Fiquem em casa antes que seja tarde demais Reviewed by leiasempre on 16:50:00 Rating: 5

Nenhum comentário